MicroPython em um Sonoff Switch

MicroPython em um Sonoff Switch

Como instalar MicroPython em um Sonoff

Acredito que boa parte dos projetos de domótica começam pela automação de luzes e dispositivos conectados à rede elétrica. Nesse ponto, não temos outra saída senão usar relés. Até pouco tempo atrás, precisávamos comprar módulos relé e conecta-los em uma placa, como um ESP8266/ESP32 ou um Arduino. Esse tempo, entretanto, ficou para trás. O fato é que você não precisa mais criar seu módulo relé por conta própria, pois, dado os custos de produção, sai muito mais barato adquirir um módulo Sonoff Switch da ITEAD. Ainda não conhece? Deveria! Trata-se de um módulo barato, custa cerca de 3 dólares na China, e bem compacto. Este módulo conta com um ESP8266, ou seja, você pode controlá-lo remotamente, e, a depender do modelo, conta com um, dois ou quatro relés. Esses módulos já vem com seu próprio firmware, que se integra com…
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Programando em Python para ESP8266 e ESP32

Programando em Python para ESP8266 e ESP32

Como instalar o MicroPython em um NodeMCU Lolin e WROOM-32

Desenvolver aplicações embarcadas para ESP8266 e ESP32 ficou muito melhor desde que descobri que é possível usar Python para isso! Não é que eu não curta C ou Lua, mas prefiro muito mais Python. Mas, que mágica é essa? Quem inventou essa de Python para embarcados? Na verdade, tudo começou com um projeto no Kickstarter para criar uma placa chamada PyBoard (imagem abaixo), na qual você a programaria usando um subconjunto da linguagem Python, chamado MicroPython. Desde então, diversos abnegados desenvolvedores e makers fizeram ports do MicroPython para serem executados, por exemplo, em ESP32 e ESP8266. Neste post, veremos como preparar um ESP8266 e um ESP32 para usar o MicroPython! Vamos lá! Firmwares Obviamente, o primeiro passo é baixar os firmwares específicos para as placas ESP8266 e ESP32. Dois firmwares? É isso mesmo? Sim, cada plataforma tem um firmware do MicroPython para ele….
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Smarthome

Smarthome

Meu interesse por IoT não é recente. Desde muito tempo atrás, eu já planejava fazer de minha casa uma Smarthome. Mas, nesta época, logo quando comecei a pesquisar sobre o assunto, tínhamos poucas opções no Brasil. Não lembro se o Arduino já existia na época, acredito que não. Muito menos Raspberry, ESP8266 e por aí vai. Existiam poucas opções no Brasil. Lá fora, entretanto, a história era diferente. O mercado já estava aquecido e lembro de ter visto diversos padrões emergindo. Só que importar para o Brasil tudo isso não era uma opção viável, devido ao alto custo. Daí, larguei meu sonho de lado. Agora, voltemos ao ano de 2016. Tenho tudo em minhas mãos para começar a botar em prática tudo isso. Só me faltava, agora, aprender um pouco sobre Arduino, Raspberry, eletrônica, eletricidade, etc. E 2016 serviu para isso….
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D-Link Powerline

D-Link Powerline

Recentemente, comprei um D-Link Powerline para distribuir minha internet pela casa usando a rede elétrica. O bicho é fácil de instalar e praticamente basta conectar o adaptador (no meu caso, o modelo DHP-W208AV) ao roteador de sua operadora (que tem a internet) e coloca-lo em uma tomada. Depois disso, é só ligar o extensor, no meu caso o DHP-W220AV, em uma outra tomada onde você quer que a internet seja distribuída tanto por WiFi como por cabos. No geral, gostei do produto. Até aqui, está funcionando muito bem. Quando conecto o computador por cabo, diretamente no extensor, a velocidade é praticamente a máxima (tenho Vivo Fibra 50mb). Quando conecto via WiFi, temos uma perda natural deste meio e consigo cerca de 30mb de taxa de download e 15mb de taxa de upload. Um problema que reparei foi a minha instalação elétrica….
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Desabafo

Desabafo

O objetivo desta postagem é puramente desabafar. Só isso. Alguns chamam isso de #mimimi. Então, é isso. Vou #mimimizar. A questão é que a cada dia fico mais impressionado com a diferença de tratamento que existe entre empresas com base no Brasil e empresas que não atuam diretamente no nosso mercado. Sendo mais específico, estou impressionado pela diferença que existe quando ocorre algum um problema com o produto que compramos. Para você entender melhor, vamos a alguns exemplos que aconteceram comigo. Caso 1: Mochila da Case Logic Este caso ocorreu há alguns anos atrás, quando comprei uma mochila da Case Logic na loja Papel & Cia. Com apenas uma semana de uso, a mochila apresentou pontos onde a costura estava se desfazendo. Não tentei levar para a loja para realizar a troca, ao invés disso, achei que deveria avisar isso…
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Tradução: Docker Salvador

Tradução: Docker Salvador

Ainda não havia comentado aqui no blog, mas agora também sou organizer da comunidade Docker Salvador. Quem me acompanha nas redes sociais já sabe o quanto venho comentando sobre essa ferramenta e o quanto a venho estudando. A oportunidade de me tornar membro ativo dessa comunidade surgiu há pouco tempo, quando Mario Jorge recebeu um convite e me convidou também para fazer parte dessa comunidade. Claro que eu aceitei e bati um papo legal com Michelle Antebi, a Manager de comunidades na Docker, que selou minha participação no grupo. Bom, deixando de muita conversa, esse post é, na verdade, uma chamada para a comunidade que também gosta de Docker para nos ajudar a adicionar legendas para alguns dos vídeos da DockerCon 2016. Quase todas as palestras (senão todas) estão disponíveis no Youtube e sugiro que assistam! Bom, mas nem todos…
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Dispenser de MMs – Parte 1

Dispenser de MMs – Parte 1

Demorei mas, enfim, iniciei no mundo Arduino e Raspberry Pi. Na verdade, comecei pelo último, já que ainda sequer liguei o Arduino. Elegi como meu primeiro projeto uma ideia que tinha visto no DevFest São Paulo de 2015: um dispenser de MMs feito pelo Luis Leão. Achei a ideia bem bacana, divertida e, principalmente, didática. Minha ideia é levar esse projeto para os próximos eventos do GDG Salvador como uma forma de estimular os estudantes a entrarem nesse mundo também, afinal de contas, se um zé ruela como eu que nunca mexeu com eletrônica conseguiu, por que não eles também? Nesse post, não vou dar detalhes muito técnicos. Vou passar mais pelos problemas e as soluções que encontrei. Caso você não queira ler tanto blá blá blá, sugiro visitar o post mais técnico (Parte 2), onde vou direto ao ponto,…
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Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – Parte 1

Por incrível que pareça, eu ainda não havia lido esse livro, embora já tenha lido muitos outros nessa área.  Ele foi lançado há cerca de 20 anos atrás por Stephen Covey mas foi apenas nos últimos dias que eu decidi lê-lo. E agora que o estou lendo, percebi o quanto eu deveria ter lido este livro antes! Antes de começar a escrever minhas impressões sobre a primeira parte do livro, sugiro assistir o vídeo que inicia esta postagem. Ele foi feito pelo Brian Johnson, que é assíduo leitor de livros nesta área e sempre cria vídeos com resumos sobre eles. Todos seus vídeos são extremamente indicados! Parte 1 There is no real excellence in all this world which can be separated from right living – David Starr Jordan   Nesta primeira parte, o Covey foca bastante no que ele chama de…
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Darter: RESTful APIs em Dart

Darter: RESTful APIs em Dart

Lembram da última publicação que escrevi falando sobre as ferramentas disponíveis em Dart para criar APIs RESTful? Eu reclamei de algumas características que essas ferramentas não tinham, certo? E como resolver isso? Uma forma seria contribuir para o Redstone, por exemplo. Só que, infelizmente, não dá para modificar o Redstone para permitir o controle de versionamento de APIs, conforme você pode ver nessa issue que abri lá. Outra forma seria trabalhar em cima do RPC da Google. Só que nesse eu não abri issues e nada. hehe. Resolvi logo partir para a violência: criar uma biblioteca própria, considerando não cometer as mesmas falhas que encontrei nessas duas. O meu guia de referência para essa biblioteca foi o Grape, para Ruby. Em minha opinião, é o framework, para desenvolver APIs RESTful, mais completo e simples de ser usado, independente de linguagem. Uso ele…
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Dart: Syntax Sugar!

Dart: Syntax Sugar!

Que Dart é bacana, isso todo mundo sabe, certo? Mas, por que Dart é bacana mesmo? Um dos motivos é o que chamamos de syntax sugar. O que é isso? São facilitadores que a linguagem traz para que você faça tarefas muito comuns de forma mais fácil, com menos linhas de código. Algumas pessoas acham que syntax sugar é para os fracos. Outros dizem que é pura frescura. Ah vai, para! Se uma linguagem me dá uma forma de fazer uma coisa com menos trabalho, é claro, óbvio, cristalino, inteligente e outros mil bons adjetivos que eu quero usar isso! Então, vamos começar falando sobre os syntax sugar que o Dart fornece para… Construtores Imagine, por exemplo, que você queira criar um construtor que recebe dois parâmetros e que atribui esses dois parâmetros para dois atributos que tem o mesmo nome. Trata-se de uma…
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