O Medo da Morte

Mais um talk no TED que eu achei muito bom. Você tem medo da morte? Caso sim, já parou para pensar que esse medo é injustificado? A morte não é algo que experimentamos, de fato. Uma vez morto, não há mais o que temer. Normalmente, tememos a aniquilação do nosso ser. Tememos uma escuridão eterna. Mas esse medo não faz muito sentido, uma vez que estando morto, não há mais vida (lógico) e, portanto, não há dor, tristeza, contemplação e nada.

Enfim, você não vai experimentar a morte, de fato, pois quando sua morte chegar, você já estará morto. Difícil de entender? Talvez o Stephen Cave consiga lhe fazer entender melhor! A versão do TED conta com legendas e esta neste link:

http://www.ted.com/talks/stephen_cave_the_4_stories_we_tell_ourselves_about_death

Linguagem Corporal

Body language affects how others see us, but it may also change how we see ourselves.

Este talk do TED está, sem dúvidas, na minha lista de melhores talks que já assisti. Trata de um assunto muito bacana e que aprendi a dar mais valor ainda após estudar sobre PNL. Sempre pensamos que a forma como andamos, nossa postura e trejeitos impactavam somente na forma como as pessoas nos veem. A verdade é que tanto nossa mente afeta nossa linguagem corporal como também a linguagem corporal afeta nossa mente. Assista a esse TED, que é excelente.

Caso não tenha fluência em inglês, assista esse vídeo com legendas no próprio site do TED, através do endereço link http://www.ted.com/talks/amy_cuddy_your_body_language_shapes_who_you_are.

Pequenos Hábitos

Você já tentou estabelecer um novo hábito em sua vida? Já pensou em começar a andar/correr todos os dias? Ou talvez adquirir o hábito da leitura diária? Como todo mundo, eu sempre lutei para adquirir novos hábitos saudáveis. Quase sempre dava merda. Após uma semana de tentativas, a preguiça vinha e eu sucumbia. Mas, meus problemas se acabaram-se depois que comecei a estudar constantemente sobre esse tal de “hábito”. E um livro em especial me abriu a mente para o meu erro primordial: Mini Habits, do Stephen Guise.

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Inicialmente, as ideias apresentadas podem parecer besteira, mas notei uma diferença imensa ao aplica-las. A questão é bem simples: sempre tentamos iniciar grande demais. Se queremos adquirir o hábito de correr, planejamos correr logo 40 minutos no primeiro dia que é para tirar o atraso. Se pretendemos nos tornar melhores em matemática, logo compramos um livro de 1000 páginas sobre Matemática Aplicada à Fusão Nuclear. Se queremos adquirir o hábito de ler, pensamos logo em começar lendo a Trilogia de Senhor dos Anéis em 1 semana.

Enfim, o resultado é previsível… você sente uma preguiça imensa em começar. Você aplica uma força de vontade descomunal para se manter sempre nesta rotina e rapidamente cansa e larga tudo de mão antes que o hábito se estabeleça em sua mente. E a solução para estabelecer um hábito duradouro parece até idiota demais para funcionar. Mas funcionou comigo.

Por exemplo, eu sempre precisei fazer caminhadas/esteira para manter a pressão arterial baixa e o colesterol sob controle. Minhas tentativas anteriores eram assim: na primeira semana, vou correr 5km todos os dias. Na segunda semana, aumento para 8km e vou até conseguir me estabelecer em 15km todo dia, sem parar. Nunca deu certo. Depois de ler este livro, mudei a estratégia. Vou correr 5 minutos todo dia. Ponto final.

Parece uma estratégia de perdedor, não é? Mas só parece. A questão é que nunca sinto preguiça de andar só 5 minutos. É fácil chegar, colocar o sapato e andar 5 minutos, não dá nem tempo de a preguiça gritar. A teoria por trás disso tudo é que o mais importante é colocar-se em ação. Uma vez que você está em ação, fica mais fácil persistir. Eu, normalmente, corro mais do que os 5 minutos. Tem dias que não dá, eu estou com uma preguiça cavalar mas SEMPRE ando os 5 minutos.

Isso é o importante: para estabelecer o hábito, faça em unidades de tempo/quantidade que não lhe causem mal-estar ou preguiça. Mas SEMPRE FAÇA! Com o tempo, o hábito se estabelece e você passa a aumentar a carga pouco a pouco. Hoje ando cerca de 45 minutos sem problemas. Sem dor. Sem preguiça. 🙂

Marlonspectiva 2013

E 2013 está acabando. Eu poderia começar essa postagem com algo do tipo “apesar dos pesares”, “até que enfim”… Mas, ao contrário dos pessimistas, prefiro focar minhas energias em ver o lado positivo de tudo, mesmo quando tudo parece estar indo pra merda. Por isso, lhe digo este foi um excelente ano para mim. Sem sacanagem mesmo. Conquistei muitas coisas. Avancei em muitas outras. Deixa eu fazer uma retrospectiva para mostrar para você.

Neste ano, resolvi estudar Programação Neurolinguistica e foi a melhor decisão que tomei em quase toda a minha vida. Noventa e nove por cento do lado bom deste ano é proveniente desta única decisão. Por que? É difícil descrever. A PNL me ensinou muitas técnicas que me ajudaram a vencer problemas, medos e a me fortalecer em momentos complicados. Quer aprender também? Sugiro para você os seguintes livros para iniciar 2014:

O ano de 2013 também foi o que participei pela primeira vez de uma startup. Foi a startup Smartpanda. Apesar de o projeto não ter seguido em frente, posso dizer que me trouxe um monte de aprendizado e bons amigos para a minha convivência: Davi Ricardo, Márcio Vicente, Vicente Machado e Ivo Machado. Valeu brothers! Trabalhar com vocês foi over the top!

Neste ano também comecei um curso de Espanhol e que continuarei em 2014. Estou fazendo no Instituto Cervantes e indico para todo mundo. A metodologia deles é muito bacana, os professores são pessoas excelentes. Cada nível do curso é ministrado por um professor de um país diferente. O primeiro foi por uma brasileira que fala espanhol fluentemente. Faz sentido, já que entramos lá sem saber nada do idioma. Depois, a professora foi uma uruguaia. Depois tem espanhol, argentino, chileno, colombiano e por aí vai. É muito massa, porque você aprende muito sobre a cultura desses países e a forma de falar deles.

Iniciamos em Salvador o GDG Salvador, um grupo de desenvolvedores voltados para as tecnologias do Google. Fui inicialmente contatado pelo Neto Marin, que me chamou para fazer o grupo. Começamos o ano a todo vapor, mas agora no final deu uma parada. Não conseguimos fazer o DevFest e ficamos devendo alguns eventos. Mas estou me programando para em 2014 ficar a todo vapor durante todo o ano!

Também escrevi alguns artigos para a JavaMagazine. Não foi a primeira vez, em outros anos eu já tinha feito isso. Mas em 2013 eu emplaquei meu primeiro artigo de capa, quando escrevi sobre as novidades do Java 8. No total, escrevi 2 artigos, são eles:

Fiquei devendo um artigo sobre as novidades vindouras do Spring Framework, mas foi por um bom motivo, pois tive que me envolver profundamente em um novo projeto, chamado 8Car. Espero que 2014 seja o ano em que vamos decolar. 🙂 Não vou passar muitos detalhes sobre ele agora, quem sabe no futuro vocês ouçam falar sobre ele pela imprensa, hein hein hein!

Como torcedor fanático do Esporte Clube Bahia, não poderia deixar de mencionar a revolução que aconteceu no meu clube do coração. E que em 2014 venha nosso tricampeonato! Cheguei também à marca de 80 cervejas diferentes! Aliás, eu já bebi mais do que isso. hehehe. Mas das garrafas que eu coleciono, cheguei a esse número em 26 de dezembro. Olha só como está minha coleção nessa foto. Também comprei um carro novo! Depois de 10 anos com o mesmo carro, agora tenho um Peugeot 207. E estou gostando pacas dele.

Ah! Não poderia esquecer do artigo que enviei pro SBSI 2013 e que foi premiado como melhor artigo da categoria. Chique, né não? Eu nunca imaginaria isso. Até mesmo porque, eu não tinha nenhuma intenção de enviar um artigo para lá, foi o pessoal do trabalho, especialmente Viviane Malheiros, que deu a ideia e apoiou. Valeu! Assim que eu enviei o artigo, olha o que postei no Twitter.

E depois, quando eu fiquei sabendo da premiação, quando postei no Facebook direto de João Pessoa na Paraíba:

Esse ano também ganhei um cachorro de presente. Aliás, uma cadela. E muito doida. Muito doida mesmo. hehe. Já destruiu metade da casa, sem nenhum exagero. Sofá, cama, almofadas, sandálias, roupas, controle remoto, telefone… tudo isso já foi vítima da fúria de Mel, a Destruidora. Conheçam ela na foto abaixo. E não se enganem com a pose de criança inofensiva dela.

E a Copa das Confederações? Eu fui, oras pois. Claro. Como fã declarado de futebol, tinha que ir. Aliás, fui para todos os jogos na Arena Fonte Nova do Bahia. Aliás, que puta estádio hein? Está lindão. Já me disseram que os europeus são muito mais organizados, limpos, bem estruturados e bem acabados. Mas como frequentador de estádios nível Brasil, ainda fico surpreso com pouco.

2013 também foi o ano do Rock in Rio! E conheci duas bandas de minha adolescência: Iron Maiden e Slayer. Só achei o som meio esquisito, talvez o lugar que eu estava não tenha ajudado muito. Mas valeu a pena ver os caras ao vivo. Na mesma viagem, também conheci o Maracanã. Fomos eu e meu irmão lá ver o Bahia brocar o Foguinho por 2×1, de virada, e com gol de Obina Melhor que Etoo!

Este também foi um ano de muitas viagens. Conheci novos estados e cidades. Deixa eu relembrar aqui as viagens que fiz em 2013:

  • Fui para Porto Alegre, pelo Serpro, para uma reunião do Expresso.
  • Fui para São Paulo, para a Campus Party.
  • Voltei para São Paulo, para a reunião dos líderes de GDG da América Latina.
  • Fui de férias para Natal no Rio Grande do Norte.
  • Fui para João Pessoa, na Paraíba, para o SBSI 2013.
  • Fui para Brasília, para uma reunião de trabalho.
  • Fui para Florianópolis, para ministrar um curso de Android.
  • Fui para o Rio de Janeiro, para ver o Bahia no Maracanã e o Rock in Rio.

Olha só, vou terminar esse post agora, mas não significa que não atualizarei ele depois. É que simplesmente esqueci das outras coisas! Vou ali abrir uma cerveja pra refrescar a memória!

Outliers – Fora de Serie

Comecei a ler um livro bem interessante e já no primeiro capítulo, algumas coisas chamaram minha atenção. Estou falando do livro Outliers, Fora de Série. O autor, Malcolm Gladwell, apresenta sua visão sobre a questão do sucesso das pessoas. Por que algumas conseguem o sucesso e outras não? A resposta para mim sempre foi bastante simples: elas fizeram por merecer. Mas, será que a resposta é tão simples? Não há outras variáveis em jogo e que não temos conhecimento? Ele sustenta que sim. E que fazem muita diferença.

Um tipo de leitura que me agrada bastante são as biografias. Sempre considerei uma forma muito boa de ver como pessoas conseguiram ser o que são, seja nos esportes, finanças, vida pessoal… Eu sempre considerei que tudo que elas tem é fruto exclusivamente de seus próprios esforços. Claro, eu não descartava que sempre há pitadas de sorte, mas o esforço pessoal sempre esteve no topo. Sempre falei também que quem tem sorte atrai mais sorte. Quem tem azar, sempre atrai mais azar. Sem nenhuma base científica para essa afirmação, é claro. 🙂 Mas sempre tive esse feeling. Gladwell esclarece um pouco sobre este entendimento.

Malcolm trouxe, para mim, uma nova visão sobre essa questão. E que achei muito interessante. Nossos sistemas, da forma como são concebidos, já são preparados para determinar quem terá sucesso ou não, independente de suas habilidades pessoais. Parece sem sentido, mas o autor inicia com alguns exemplos interessantes que sustentam sua teoria. Ele destaca a lista de jogadores de diversos esportes. Vou citar somente a lista de jogadores de Hóquei do Canadá. Ele observou que a grande maioria, mas grande maioria mesmo, nasceu entre janeiro e março.

A explicação é bem simples para isso: a data limite para ingresso em uma liga é em janeiro. Assim, se o filho de uma pessoa completa 10 anos em janeiro, ela será logo selecionada, passará a treinar e competir com jogadores mais experientes, terá acesso a treinamentos mais fortes e especializados. E se você nasceu em agosto? Estará 7 meses defasado com relação a quem nasceu em janeiro. O resultado disso é que os grandes jogadores de hóquei, em sua maioria esmagadora, nasceram nos primeiros meses do ano.

É fácil entender isso. Observe que este mesmo que nasceu em janeiro já estará em vantagem para a seleção da liga imediatamente superior. Ele já larga com vantagem só por ser mais velho. A constatação ainda mais espantosa da questão é que se você nasceu em dezembro, mora no Canadá e quer ser um astro do hóquei, sinto muito, seu destino já está definido: você não será. Ou terá que “vender” as tripas para ser.

É uma constatação bem interessante e que me fez refletir sobre o assunto. De fato, ele observou que isso acontece em tudo na vida. Já existem regras, em nossos sistemas, que “determinam” quem terá mais chances de sucesso, comparada às demais. Seja no ensino escolar, nas Olimpíadas, Ligas… Aí vem aquela questão que é semelhante ao que eu pensava sobre a sorte: o rico tende a ficar mais rico, o pobre mais pobre, o sortudo a ter mais sorte e por aí vai. É a vantagem cumulativa. E isso traz problemas? O autor acredita que sim. Neste caso, específico do hóquei, se está deixando de lado uma enorme quantidade de talentosos jogadores de fora, só pelo de fato de eles terem nascido entre agosto e dezembro.

Temos uma cultura de supervalorizar os feitos pessoais, principalmente nas tais biografias. Mas acabamos esquecendo de verificar estas demais variáveis. Meu ponto de vista é que ainda assim vai depender de seu esforço pessoal para chegar lá. Claro, a tal pessoa que nasceu em dezembro terá que se esforçar muito mais do que aquela que nasceu em janeiro, mas também pode alcançar o estrelato. E é importante, para isso, ter o conhecimento destas informações. Ainda estou nos primeiros capítulos, mas já valeu os 19 reais investidos!

JavaMagazine: Java 8

No mês de outubro de 2013 saiu mais um artigo meu na JavaMagazine. Acredito que já seja o quinto ou sexto. O assunto da vez foram as novidades que a nova versão do Java 8 nos trará. O artigo é extenso, afinal de contas, é o artigo de capa da revista. Aliás, meu primeiro artigo de capa e tenho certeza que minha mãe está orgulhosa do filho que teve. hahaha! 🙂 Valeu a pena carregar um traste desse na barriga por 9 meses, hein?

A capa da revista está aqui do lado ó (<–) Indico comprar ela, afinal de contas, tem meu artigo oras pombas. Infelizmente, não posso fornecer o artigo, já que é um artigo para revistas e eles tem os direitos sobre ele. Mas a revista é baratinha, vai lá nas bancas e compra. Claro, se gostou, deixa um comentário. Precisa melhorar? Deixa um comentário também. Não gostou? Deixa um comentário também, só não me xinga todo!

Ah! A DevMedia também me enviou três unidades da revista. Já dei duas de presente. Sobrou uma. Quem quer? 😛

WireframeSketcher: Review

Antes de criar meus aplicativos, eu gosto de fazer um “preview” deles. Normalmente, faço isto com uma caneta e uma folha de papel. Deixo a imaginação solta. Este processo de prototipação é interessante, pois você começa a pensar em funcionalidades, organização de tela e detalhes que normalmente deixaria passar em branco caso fosse direto para a codificação. O problema é levar isso de um lugar para o outro. Ou enviar para um colega comentar se gostou ou não. Não é prático. Por isso, sempre corri atrás de ferramentas que facilitassem isso.

Existem muitas, mas nunca gostei suficientemente delas para usar constantemente. O principal motivo é que ou são simples demais ou complexas demais. Existem algumas que permitem que você faça protótipos de tal forma que fiquem idênticos a uma tela real. Para mim, aí está seu principal problema. Não gosto disto. Tira o foco do principal, que é buscar ideias e não se preocupar demasiadamente com detalhes de organização da tela. Quando usa elementos reais de interface, você tende a se prender demais a esses detalhes. Prefiro ferramentas de Wireframe que usem traços mais ao estilo de desenhos.

Neste aspecto, o WireframeSketcher é ótimo. Logo de cara, gostei bastante dele exatamente por fazer wireframes no estilo “cartoon”. Também tem todos os elementos de interface do Android 4. Você também encontra um conjunto de elementos completo para iPad, iPhone e Windows Phone. A ferramenta é baseada no Eclipse e você tem a opção de baixar apenas o plugin ou um pacote completo, que já inclui o próprio Eclipse.

Uma vez instalado, basta você usar o Wizard de criação de projetos, como na imagem abaixo. Você já terá uma tela com uma imagem de um dispositivo (dependendo do tipo de projeto que você escolheu). A partir daí, é só clicar e arrastar os componentes. Você verá que do lado tem uma paleta de componentes mais genéricos e normalmente usados na criação de páginas Web. Verá também outra paleta de componentes específicos para a plataforma (Android, iPhone, etc).

Outro detalhe interessante: os componentes de tela não são “fechados”. Você pode editar eles. Alguns componentes são composições de elementos mais básicos. Neste caso, você pode dar um duplo clique nele que estará habilitado para incluir novos elementos, editar os já existentes e etc. Os elementos que exibem listas seguem o mesmo princípio, mas usam uma sintaxe própria para incluir novas linhas.

É uma sintaxe bem simples, entretanto. Ela permite você mudar a fonte e alguns estilos de cada linha. Para ver mais detalhes sobre esta sintaxe, acesse este link http://wireframesketcher.com/help/help.html. Outro detalhe que é interessante é que ele guarda o layout em XML, logo, você pode usar sua ferramenta de controle de versões e compartilhar entre sua equipe, podendo fazer merges e outras operações comuns a estas ferramentas.

O WireframeSketcher ainda conta com alguns outros recursos legais. Por exemplo, opções de exportação da tela em PDF ou imagem. Possibilidade de criar Storyboards, onde você cria uma sequência de navegação entre suas telas, formato de apresentação em tela cheia e links entre telas, para que quando você clique em um botão, por exemplo, navegue para outra tela.

Enfim, agora estou usando apenas o WireframeSketcher. Tem dezenas de ferramentas online, mas as vezes estou em um hotel ou aeroporto e surgem ideias que eu gostaria de por no “papel”. Fica aqui minha sugestão!

Android Cards

Vocês conhecem aqueles Cards da DZone? Eu acho eles sensacionais. Trazem um resumão sobre um determinado assunto em um formato de fácil consulta. Até impresso fica bem bacana. Pra quem tem tablet, também fica sucesso. Eu já gostava deles, mas sinto falta de uns cards mais específicos, menos “genéricos”.

Ultimamente teve um aumento na demanda por cursos de Android e uma forma que achei de me manter atualizado, relembrar e compartilhar esses estudos é fazendo uns cards bem no estilo dos RefCards da DZone. A diferença é que vou abordar de forma resumida cada assunto do Android. Por exemplo, farei cards sobre Activity, SQLite, SharedPreferences e por aí vai. Já comecei a fazer alguns e deixarei eles sob a licença Creative Commons – Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0.

Fiz eles usando o Pages, para o Mac. Tanto os arquivos fonte (.pages) como os arquivos em PDF estão disponíveis em meu perfil no Github. Portanto, para quem quiser usar, compartilhar, melhorar e por aí vai, acessem o endereço  https://github.com/marloncarvalho/curso-android.

Espero que gostem!

#2 – FrostBite Redux – Setup

Vamos começar a montar o ambiente pra fazer o jogo. De cara, vou usar o Eclipse mesmo. Pensei em fazer no IntelliJ IDEA para testar a IDE, mas resolvi ficar com o velho Eclipse mesmo. Portanto, se você quer ter um ambiente parecido com o meu, baixe o Eclipse 4.2.0, conhecido como Juno, na opção Classic. Prefiro esta versão, é mais leve.

Depois disto, não esqueça de baixar o plugin do ADT e instalar ele. Você também vai precisar de um plugin a mais para poder interagir com o repositório no Github. Instale no Eclipse o plugin eGit! O SDK do Android você pode baixar direto do Eclipse com o plugin ADT mesmo. Com isto em mãos, agora precisamos ter a AndEngine baixada. A nova versão, batizada de GLES 2.0, não é mais fornecida como um arquivo .jar. Você precisa ter o código em sua máquina e referenciar ele a partir do seu código.

Agora, vamos passo a passo. Então, vai lá em File->Import->Projects from Git no Eclipse.

Agora, seleciona a opção URI e manda um Next na cara dele!

No primeiro campo, chamado URI, cola esse endereço aqui ó: https://github.com/nicolasgramlich/AndEngine.git. Ele já vai preencher os campos pra você, basta clicar em Next.

Agora, deixe selecionada APENAS a opção GLES2. Desmarque as outras mesmo. Manda bala no Next agora.

Não altere nada nesta tela. Aliás, altere se você quiser modificar onde o projeto vai ser guardado! 🙂 Mas deixe o Initial Branch quieto aí! Chuta mais um Next!

Agora, deixa marcada a opção Import Existing Project. Mais um Next!

Pronto! Agora é só fazer um Finisih e correr pro abraço! Não ligue pro Warning na parte de cima da imagem aí. É porque eu já tinha importado a AndEngine antes de fazer esse passo a passo!

Deu algum erro no projeto aí? Comigo não. Mas veja como está configurado ele aqui.

Então, agora você já tem a AndEngine em sua máquina, doido! Já podemos começar a criação do projeto. Mas isso fica pro próximo post!

#1- FrostBite Redux – Decisões Iniciais

Há muito tempo que tenho a ideia de fazer um jogo. Seja ele pra desktop ou mobile. Agora, eu vou levar essa ideia adiante, definitivamente! Vou fazer um jogo para Android. Ponto final. Será meu primeiro jogo, minha primeira experiência nessa área. E pretendo compartilhar aqui no blog tudo que passei nessa jornada.

O primeiro passo que tive foi pensar em um jogo simples para fazer. Não tenho intenção de fazer um mega jogo super revolucionário logo de cara. Nesse primeiro momento, quero apenas aprender e compartilhar o que aprendi. Imaginei logo aqueles jogos de Atari. Pensei em vários e lembrei que era viciado em FrostBite. Não é um jogo pra lá de viciante, mas eu sempre queria fazer o máximo de pontos nele. 🙂

Jogo decidido, me faltava agora escolher como fazer o jogo. Eu poderia fazer o jogo do ZERO. Ou seja, implementar até uma simples engine que atendesse apenas ao jogo. Também teria a opção de usar uma engine mais genérica. Decidi usar uma engine. Por que? Sei lá. Deu vontade. hehe! De cara, escolhi a AndEngine. Não fiz muitas pesquisas e nada. Simplesmente, escolhi ela e pronto. Entenda a situação: não quero ganhar dinheiro, nem fazer um killer game. Quero só aprender. Só isso! Quando eu partir para algo mais sério, eu faço uma pesquisa mais extensiva e penso melhor nas opções.

Bom, agora já tenho tudo em mãos. Só me falta aprender a usar a AndEngine. A partir de agora, vocês vão acompanhar uma série de Posts onde vou ilustrar como configurei meu ambiente, o que fiz, deixei de fazer, os passos e tudo mais. Inicialmente, fique sabendo que o código será opensource. Estará disponível no Github no endereço https://github.com/marloncarvalho/frostbite-redux.

E você? Quer se juntar a mim nesta brincadeira? Se sim, me fala que podemos marcar uns dias para fazermos programação em pares. Uns hangout também. Fique ligado nos próximos artigos! 🙂

Opa! O próximo post já chegou! Clique aqui para ver #2 – Frostbite Redux – Setup.