Férias: Dia 2 – Manhã

Manhã do Segundo Dia

No hotel, o dia começa assim como no vídeo abaixo. Só som de bicho e cachoeira. Aliás, som de cachoeira é uma constante aqui. E é tranquilizante pacas. Cachoeira dos Prazeres. Este é o nome da cachoeira que fica ao lado do hotel. A área é grande. Cheia de bares. Fotos e mais fotos. Mulher ama fotos! E lá vamos nós para as primeiras cervejas do dia.

Quero uma casa dessas

Logo ao amanhecer, percebemos um casarão na parte de cima do hotel. De cara, pensamos ser dos donos de lá. Erramos. É para alugar mesmo! E a vista de lá de cima é sensacional!

Conhecendo a Cachoeira

A primeira coisa do dia é comer. Devidamente “comidos”, tínhamos que conhecer logo a tal cachoeira. Para isto, basta cruzar a pequena ponte que separa o hotel da cachoeira.

E o lugar é grande. E bonito. Muito bonito. Chegamos cedo e os bares, para meu azar, ainda não estavam abertos. Nada que um pouco de paciência não resolva. Então, tudo bem. Vamos para a atividade que Marla mais gosta: tirar fotos. Lá vai a primeira seção de fotos do dia.

Ok! Chega de foto. Preciso beber. Cerveja urgente! Então, fomos para o bar Astral, que fica na parte mais alta da cachoeira. Primeira Skol do dia lá pelas 8:30 da manhã. Quebrei o meu protocolo. Só bebo a partir das 10 da manhã. Mas a necessidade era muita, foi uma quebra de protocolo necessária e perdoável. Outro detalhe. Hilton já havia me dito, no Buzz, que já tinha vindo aqui quando criança. Então, temos agora a primeira pintura rupestre em que podemos identificar seu autor. Veja na foto abaixo.

Vamos lá. Hora do rango. Depois de umas 6 garrafas de Skol, é necessário rangar para não ficar bêbado antes da hora. Eu queria um Pitú (123… sem rima!). Não! Não é a cachaça. O crustáceo mesmo. E achamos um bar que tinha moqueca de pitú (123… sem rima de novo!). Mas, antes de chegar o rango, vamos dar uma mijada e encontrar o primeiro fato engraçado do dia. Olha essa foto aí embaixo. É o banheiro masculino do bar.

Agora, eu lhe pergunto: você, em sã consciência, louco, bêbado, trilouco, psicopata ou seja lá o que for, pensaria em cagar aí? Lógico que não. Só se for bosta líquida e olhe lá. Mas, pire aí. Precisaram colocar essa “advertência” no banheiro. Escrita, aparentemente, com carvão. Sinistro. Quase apagando, mas ainda legível: Não cague!

E o rango chegou. Pituzão delicioso. Falando sério, eu prefiro pitivis (ahaaaaa!) do que lagosta. Pra falar a verdade, depende do cozinheiro. As lagostas que comi sempre foi sem tempero baiano. Sem graça. Tem que rolar pimenta, dendê, farofa de manteiga. Colesterol puro. Mas fica delicioso.

E o rango foi devorado em poucos minutos.

E isto acarretou em um estufamento barrigal. Minha barriga estava com um formato meio alienígena. Mas nada que uma cochilada não resolva.

Daqui a pouco, as aventuras no lombo de um burro para conhecer uma nova cachoeira. Férias: Dia 2 – Tarde. Em instantes.

Férias: Dia 1

Férias! Eis uma coisa extremamente boa. E, como em todas férias de respeito, você tem que sair de perto da sua cidade. Ir para um lugar bem afastado. Eu tenho preferência por lugares tranquilos. Poucas pessoas. Barulho zero. Marla decidiu que iríamos para o Vale do Jiquiriça. E “fumus”. Antes, carro na revisão. Troca de amortecedores frontais, troca de óleo, filtros, alinhamento, balanceamento e pronto: mil reais nas caixa dos petchos! Mas, considerei: já era pra ter trocado mesmo. O carro trotava até passando na areia. Da viagem até lá, tirei algumas lições. Vamos a algumas delas!

Primeira Lição

Eu, que não sou besta nem nada, peguei logo o GPS de meu pai. Um Foston. A “moça” do GPS me deu a primeira dica: “a 100 metros vire à direita”. Eu preferi não acreditar na moça. E me lasquei. Era pra virar mesmo. Mas, tudo bem, próximo retorno a apenas 2km e voltamos para a rota. Ou seja, a lição é: acredite sempre na moça do GPS.

Segunda Lição

Aprendi o que é uma válvula termostática. Alguns quilômetros depois de sair da rota, o primeiro problema. A válvula termostática do carro quebrou. O carro estava quase fritando. Eu, exímio desconhecedor de mecânica/elétrica/fudética de carro, só botei mais água e continuei. O carro continuava fritando. No meio da estrada, preferi seguir até a cidade mais próxima. Se ligue na parada aí embaixo!

Terceira Lição

O carro segurou a onda por mais alguns quilômetros. Antes de ter que parar de novo, a moça do GPS me deu outra dica. Pensei: desta vez vou seguir ela. A escrota me botou pra entrar numa estrada de barro. Obviamente, não fui! Mais à frente, como que por milagre, entrei na rota do GPS de novo. E, mais uma vez, a escrota do GPS me deu outra dica furada. Desliguei o GPS. Tecnologia as vezes só atrapalha, vou no meu feeling, ou seja, perguntando o caminho para os nativos. Mais fácil. E, não fosse esta técnica milenar e gratuita, eu não teria encontrado algumas entradas estratégicas. A lição, então, é: nem sempre acredite na moça do GPS.

Acabaram as lições

Logo antes de Santo Antônio de Jesus, mais uma parada para encher o carro de água de novo. O carro já estava quase frito. A pressão no recipiente de água era tanta que o bicho rachou! Consegui chegar em Santo Antônio de Jesus e lá encontrei um mecânico gente boa que resolveu meus problemas. Trocou a válvula e o carro ficou cabeça de gelo de novo. E descobri que a cidade é grande. Nunca tinha ido lá e me espantei ao ver Americanas, Le Biscuit, Casas Bahia e os escambau! E o mecânico ia falando da cidade com o maior orgulho: “a cidade é grande, rapaz. Só num é maior que Feira (sic)”. 😛

Mas, uma viagem que era pra ser em 4 horas, no máximo, se estendeu para míseras 7 horas e meia. Eu estava completamente destruído! E com muitos gases. Não sei vocês, mas não consigo peidar muito quando estou dirigindo. Uma hora ou outra eu parava pra largar umas bufas no caminho. Chegamos no Hotel e lembrei de um detalhe. Saímos 9 da manhã de casa, chegamos no hotel 16:50. E não tínhamos almoçado ainda, maluco! Fome total. Azedo de fome. Ah sim, o hotel é espetacular, muleque. Quer vir pra cá? O link é esse aqui. E veja as fotos que tiramos no primeiro dia lá.